Em um mês de funcionamento, Hospital da Mulher registra nascimento do 100º bebê

André Gusmão Cardoso Júnior. Esse foi o nome escolhido por Bianca Juliette da Silva, de 29 anos, e André Gusmão, de 37, para o primeiro filho do casal. De parto normal humanizado, a criança chegou ao mundo pesando 4,6 quilos e medindo 53 centímetros, marcando o centésimo nascimento registrado no Hospital da Mulher Dr.ª Nise da Silveira (HM), em menos de um mês de funcionamento.

Para Bianca, a experiência vivenciada no HM foi uma das melhores da sua vida. Isso porque, segundo ela, o atendimento dos profissionais, desde que chegou à recepção até o momento do pós-parto, foi diferente do que ela imaginava. “Eu já tinha procurado sobre o hospital nas redes sociais e, ao me perguntarem pra onde eu queria ir, só me veio à cabeça o HM. Superou todas as minhas expectativas”, elogiou.

De acordo com Bianca, o trabalho da doula Rosiane Oliveira foi um diferencial para aliviar a dor intensa de suas contrações. Até ver o filho em seus braços, Bianca controlou a respiração, andou, fez exercícios na bola de pilates, ficou sob o chuveiro e ouviu uma música relaxante para ajudá-la a ficar calma.

“Ela foi excelente e muito humana. Ajudou a me acalmar. O serviço dela foi um diferencial porque eu estava muito nervosa e angustiada. Ela veio com aquela voz doce, com toda a paciência e boa vontade, conseguindo me deixar cada vez mais tranquila. Se ela e toda a equipe não estivessem do meu lado, seria bem diferente. Acredito que eu entraria em pânico”, contou, ao lembrar que, no momento do parto, o aroma do capim-limão que saia do difusor de ar exalou toda sala, ativando seus mais profundos sentimentos e emoções.

Bianca recordou que, durante o seu primeiro parto, que ocorreu há praticamente oito anos, o atendimento foi bastante diferente do que tem recebido no HM. “Embora o parto tivesse sido rápido, o auxílio foi totalmente contrário. Não houve nenhum tipo de humanização, pois os enfermeiros não tinham tanta delicadeza para me ajudar. Precisava tirar a roupa e eles diziam pra eu me trocar sozinha, com a justificativa de que conseguiria. Por ter sido a primeira experiência, me senti completamente perdida e acuada, sem saber, de fato, o que fazer”, disse Bianca.

O seu marido, André Gusmão, também só foi elogios à maternidade do HM. Ele destacou que, graças à equipe multiprofissional, a família recebeu toda a atenção humanizada na enfermaria, o que favoreceu ainda mais o estreitamento dos laços entre ele, a mulher e o pequeno André. “Eu não queria presenciar o parto porque não gosto de sangue, mas, por ser pai, fiz um esforço. Graças a Deus, no final, deu tudo certo. O governador está de parabéns por mais essa construção”, agradeceu, emocionado.

Segundo Eliza Barbosa, diretora-geral do HM, o nascimento do bebê número 100 é um marco para a unidade hospitalar, pois simboliza o trabalho em grupo, o olhar para o outro, a humanização e a sensibilidade que aflora nitidamente toda equipe. “Seguimos motivados para atingir novas metas, bem como continuar oferecendo às gestantes alagoanas uma assistência segura e humanizada”, destacou. Desde a sua inauguração, em 29 de setembro, até a tarde de sexta-feira (25), já foram realizados 103 partos na maternidade do HM, sendo 57 normais e 46 cesáreos.

Participaram do parto as obstetras Micaele Muruci e Sylvya Marques, as neonatologistas Juliana Amorim e Janaína Albuquerque, a gastropediatra Juliana Lacerda, a enfermeira obstétrica Kathyany Carla, as técnicas de enfermagem Joana Teixeira e Edvalda Dias e a doula Rosiane Oliveira.

Ascom – 29/10/2019